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A Arte de Viver

Valmor  Vieira

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Marcus Vieira

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Magia

 
 

A preparação do magista

 
 

 

DA SENSAÇÃO

EDUCAÇÃO DO SER PSÍQUICO 

O fim do desenvolvimento mágico é a submissão total do ser impulsivo ao homem de vontade. O magista não deve tolerar nenhuma sujeição, nenhuma emoção reflexa, sem estar em condições de opôr-se às mesmas, contando, em qualquer momento, com a certeza do êxito.

Acabamos de dizer como o manejo conveniente dos alimentos e o estudo da respiração permitem favorecer o desenvolvimento das aptidões mágicas; resta-nos considerar a sensação sob este ponto de vista especial.

Encontrais, diariamente, pessoas que vos dizem: “Eu não posso tocar em veludo, sem sentir um estremecimento”. Outra diz: “Sempre que vejo um sapo, sinto-me desfalecer”. Uma outra inda: “Eu não posso suportar o cheiro do lírio”, etc., etc.

Pois bem, todas estas repulsões instintivas, todas estas emoções, puramente reflexas, devem ser implacavelmente dominadas pelo estudante de Magia, o que constitui um processo muito fácil e, ao mesmo tempo, muito ativo de educação da vontade.

Os órgãos dos sentidos, concebidos filosoficamente, podem ser considerados como modificações em diversos graus de um só órgão receptor. E’ assim que os diversos sons emanados de uma harpa são produzidos por uma mesma matéria, constituindo as cordas, e modificada somente quanto ao comprimento e à tensão para cada corda.

Todavia, para facilidade da exposição, conservaremos a divisão geral estabelecida, lembrando somente que o tato e o gosto se referem ao corpo físico e aos instintos, o olfato ao corpo astral e ao centro anímico, o ouvido ao ser psíquico

e ao centro intelectual (aquele de que nos ocupamos de preferência agora), enfim a vista, ao homem de vontade.

TATO

Diremos somente algumas palavras a propósito de cada um destes sentidos.

Qualquer que seja a sensação, viscosa ou de outra espécie, produzida pelo contato de um animal ou de um corpo, é preciso acostumar-se a percebê-la sem a menor emoção, sobretudo se esta sensação era até então antipáti­ca.

Além disso, um asseio constante e minucioso é ­indispensável para manter os órgãos do tato e todo o organismo em perfeito estado.

Aconselhamos também, e muito, aos que o puderem fazer, o banho diário quase frio, tomado ao levantar e seguido de uma fricção de óleo ou, melhor, de uma infusão de verbena. De qualquer forma, esta prática é indispensável durante os oito dias que antecedem uma operação mágica de certa importância. 

GOSTO

E’ preciso exercitar-se em apreciar os pratos que se come, geralmente, embora não sejam de inteiro agrado do experimentador. O mesmo aconselhamos com relação às bebidas usuais, como o leite e a cerveja.

Estas práticas, na aparência inúteis, são da mais alta importância para domar o instinto, o qual, se não estiver dominado, entrava, mais tarde, todos os esforços do magista. Não se deve esquecer, com efeito, que o gosto é o único sentido que está em relação direta com o centro instintivo.

E’ necessário também exercitar-se em variar as horas de refeição e em diminuir progressivamente a quantidade de alimentos ingeridos, voltando logo ao regime habitual. O costume, de efeitos tão maravilhosos para educar o ser impulsivo, é também muito perigoso quando é causado pelos reflexos, e entrava, muitas vezes, os esforços mais decididos da vontade. 

OLFATO

A educação gradual do olfato por meio dos perfumes deve ser contínua, pois ela permitirá observar bem os efeitos das diversas substâncias aromáticas sobre o centro anímico.

E’ preciso também habituar-se a vencer a antipa­tia que poderia nutrir por esta ou aquela flor odorante, por isso que esta repugnância é de origem reflexa.

E quando falamos em vencer estes impulsos antipáti­cos dos sentidos, não quer isto dizer que esperamos que a simpatia substitua o impulso contrário; longe disso.

Pretendemos simplesmente que a vontade seja assaz desenvolvida para que se oponha à manifestação impulsiva destas antipatias. O reflexo se produzirá sempre, é quase certo, porém é mister que a vontade esteja em condições de sustar a ação exterior deste reflexo. E’ aí que está o critério de uma vontade verdadeiramente poderosa.

OUVIDO

A educação da audição é das mais importantes para o magista, pois ela constitui, com a vista, a chave do senso estético. Cumpre também acostumar-se a compreender de uma forma geral, caso não seja necessário descer aos detalhes, a beleza das impressões musicais.

Para isto, a freqüência assídua dos concertos sinfônicos e, de vez em quando, das grandes cenas musicais como a da Opera, é de grande utilidade.

O trabalho teórico, precedendo a cada audição, o uso com os verdadeiros amadores ou mesmo os “snobs” da música, auxiliarão poderosamente o magista nesta tarefa, capital entre todas, para os ensaios futuros.

Não se deve desanimar nunca por causa da lentidão com que se avança pelo caminho do progresso mágico; com o trabalho, a regularidade e o hábito imposto pela vontade ao organismo, de ouvir e compreender os impulsos que a música faz nascer em nós, chegar-se-á seguramente a ter a percepção do ritmo, tão importante para o desenvolvimento intelectual. 

VISTA

A freqüência aos museus e a meditação diante das obras dos mestres, principalmente pela manhã, facilitam a educa­ção estética da vista. O chá poderá ser empregado para ajudar, em certos casos, o desenvolvimento.

Mas o ponto sobre o qual o magista deve fazer convergir toda a sua atenção, é o domínio absoluto pela vontade das emoções que faz nascer à vista das coisas estranhas ou inesperadas. Estas emoções podem produzir-se em qualquer ocasião, porém devem ser dominadas no mesmo instante pela ação enérgica da vontade.

A maior parte das provas das iniciações antigas versavam sobre este ponto; vamos mostrar porque esta educação da vista é tão útil.

O maior perigo que o experimentador tem a temer em uma sessão mágica é a falta de serenidade.

Perder a cabeça é abandonar o ascendente da vontade sobre o ser impulsivo e submeter o ser imortal aos terro­res que causam ao ser mortal toda manifestação do além.

Ora, as entidades astrais só podem empregar o medo contra o experimentador isolado em seu círculo e armado magicamente.

Por isso, o indivíduo que se entrega a este gênero de experiência para divertir-se” ou por “diletantismo”, deve, antes de tudo, ser muito corajoso sob pena de acidentes cerebrais muito graves, dos quais o menor é o desmaio prolongado. A coragem, em semelhantes casos, fará muito mais que a ciência.

Eis aqui um fato do mesmo gênero e mui recente.

Compreende-se porque o adestramento da vista e o domínio constante da vontade sobre as emoções é tão importante para aqueles que querem fazer as experiências difíceis da evocação consciente.

Mas, apressamo-nos a dizer que estas experiências são raras na prática mágica, e muitas outras existem que não requerem estas minuciosas preparações nem este rigoroso adestramento.

De todos os modos, é bom que o magista se inteire do partido que pode tirar da sensação que constitui a porta de entrada direta da natureza no ser humano.

OS EXCITANTES INTELECTUAIS

A MÚSICA 

Vimos que, ao lado de cada ordem de substâncias que entram no organismo, alimentos ou ar, existem excitantes que permitem uma ação rápida sobre os centros orgânicos. Existirá para a sensação alguma coisa análoga aos excitantes de que acabamos de falar?

Certamente: é o ritmo e a medida aplicados à sen­sação e dando origem às sensações musicais. O ouvido está diretamente em relação com o centro intelectual e as impressões auditivas, quer elas provenham do ser humano ou de qualquer outra fonte, vão ferir diretamente este centro intelectual.

A educação moderna dos surdos-mudos, em que a vista, sentido superior, substitui o ouvido, nos mostra que se pode atuar mediatamente sobre o ser psíquico: cumpre não esquecer, porém, que a orelha é a única porta imediata do centro intelectual.

A música comove diretamente a alma, e as ordens religiosas, assim como as antigas sociedades iniciáticas, têm em grande conta esta observação; mas o centro psíquico só é susceptível de comover-se na proporção direta de seu grau de desenvolvimento, e há uma grande diferença entre a maneira pela qual um operário, um burguês ou um homem do mundo percebe a música, ou antes, entre os diferentes gêneros de música capazes de agir sobre estas diversas classes de seres humanos.

A música, na sua qualidade de excitante intelectual, é, pois, tão variada, que pode adaptar-se às necessidades do ideal de todos os seres humanos, qualquer que seja a sua educação física. Compreende-se que poderoso partido o magista deve tirar do emprego deste excitante direto da intelectualidade.

Pode-se estabelecer uma classificação da música, conforme seu efeito mágico, de muitas maneiras, quer se estude sob o ponto de vista da ação tríplice sobre os centros orgânicos, considerada o orquestra como um ser ideal triforme, composto de instrumentos corporais (caixas de instrumentos de madeira), anímicos (instrumentos de metal) e intelectuais (instrumentos de corda), cujo regente de orquestra é o espírito; quer, ao contrário, se ocupe sobretudo do ritmo e da medida; quer, enfim, se classifique a ação musical conforme os gêneros de indivíduos que ela impressiona.

As marchas lentas e graves, acompanhadas de incenso como perfume, devem ser particularmente estudadas pelo magista, sob o ponto de vista da auto-revelação da alma na prece.

A poesia, que é a música da palavra, deve ser muito bem estudada sob este ponto de vista do ritmo e das correspondências. Logo voltaremos ao assunto; todavia, já dissemos bastante para aqueles que queiram trabalhar por si próprios.

 

Baseado no excelente livro Tratado Elementar de Magia de Papus Editora Pensamento

     

Veja:

   
  1 - Os passos da iniciação  
  2 - A preparação do magista  
  3 - A chave do poder  
     

Temas Mágicos:

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