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A Arte de Viver                                  Valmor  Vieira

    

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Sic volo, sic jubeo, sic pro ratione voluntas

 
Jerusalém
 
       
 

 
   
No quase um quilometro quadrado da  antiga Jerusalém está o berço do Cristianismo, pois ali Jesus foi crucificado; o berço do Judaísmo, ali ficava o templo de Salomão, onde hoje é uma mesquita; e também é a terceira cidade mais importante do Islamismo, pois ali Maomé se ascendeu ao céu.
   

        
Nesta pequena rua de comércio fica parte da Via Sacra, por onde Jesus carregou a cruz. Na foto da direita é o lugar exato da V Estação, onde Simão Cirineu ajudou Jesus a carregar a cruz.

Esta é a entrada do Santo Sepulcro, onde Jesus foi sepultado. Um grego ortodoxo, bastante brabo, coordena aos gritos o acesso de duas a três pessoas por vez, ao interior da tumba.

Esta é a igreja onde Cristo chorou pela última vez por Jerusalém.

 

 

 No Muro das Lamentações os judeus vão orar e por vezes chorar, fazer seus pedidos, que escritos, são colocados nas frestas das pedras. É impressionante a importância do local para os judeus. Você só pode acessar o muro se colocar uma cobertura sobre o topo da cabeça.

Esta é a maquete na Antiga Jerusalém em escala 1:50. Pela beleza de suas casas e palácios pode-se entender perfeitamente porque era tão cobiçada.

 

        
Como Israel é um país pequeno, vale a pena conhecer a cidade de Belém. Na foto da esquerda está o lugar onde Jesus nasceu na Igreja da Natividade. Recomendo também ir até Tiberíades e conhecer o Mar da Galiléia, onde Jesus andou sobre as águas. Na verdade o Mar da Galiléia é um lago. Veja foto da direita.

  Veja um pouco da história:

A mais sagrada das cidades sagradas devia ser Jerusalém, uma vez que dentro dos muros da sua cidade antiga, construída há quatro séculos por Solimão, o Magnífico, existem três santuários das três religiões monoteístas: o Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro e a Cúpula da Rocha.

O judaísmo, o cristianismo e o islão encontram—se e misturam—se nesta antiga cidade, testemunho da sua herança comum. Mas são uma família dividida.

 A Cúpula da Rocha  

A mais bela construção de Jerusalém é a Mesquita, no coração da cidade antiga. Assim, a Cúpula da Rocha foi buscar o seu nome à grande rocha — ainda atualmente exposta dentro da Mesquita —que constitui na verdade a razão pela qual Jerusalém se proclama Cidade Santa.

A rocha antiga é Monte Moriah, onde Abraão preparou o sacrifício do seu filho Isaac a Jeová e onde, 1000 anos antes de Cristo, o rei Salomão construiu o primeiro templo. Este foi destruído em 588 a.C. e o único que Jesus conheceu foi o de Herodes, o Grande, muito maior que o de Salomão. Construído na plataforma onde se ergue agora a Cúpula da Rocha, o Templo de Herodes foi o cenário da Purificação de Maria, quando o velho Simeão tomou o Menino Jesus nos braços e proferiu o Nunc dimittis.

Os Romanos destruíram o Templo de Herodes em 70 d. C., mas os muçulmanos, quando conquistaram Jerusalém, no século VII, provaram ser mais tolerantes. Maomé assumia—se como sucessor dos profetas do Antigo Testamento e de Jesus que os muçulmanos veneravam como sendo o profeta Isa. Aceitam o nascimento da Virgem e Maria é exaltada tanto no Corão como na prática islâmica. Logo à saída de Jerusalém, na Igreja do Túmulo de Maria, um sinal na parede mostra aos peregrinos o caminho para Meca.

A grande rocha foi o palco da ascensão do profeta Maomé ao Paraíso na sua celebrada «Jornada Noturna» de que fala o Corão. Era de início mais venerada pelos muçulmanos do que Medina ou Meca. A Cúpula da Rocha foi construída em 691 d. C. pelo califa de Damasco, que mandou cobrir a parte exterior com mosaicos de ou­ro, substituídos mais tarde, por ordem do turco Otman, por 45 000 azulejos. A Cúpula é atualmente de alumínio revestido de ouro e ornamentada com versos do Corão.

Durante os anos 80 verificaram—se varias tentativas de fazer explodir a mesquita protegida pelas autoridades israelitas.

 O Muro das Lamentações  

Desapossados do Templo da Rocha pelos muçulmanos, os Judeus necessitavam de outro centro de devoção e encontraram-no no muro maciço que circunda a zona ocidental da cidade antiga. Embora os enormes blocos de pedra sejam tradicionalmente considerados como pertencendo ao primeiro Templo de Salomão, eles são na realidade de uma parede de suporte de um templo construído por Herodes.

O seu nome popular deve-se ao fato de os Judeus virem aqui habitualmente lamentar—se pela destruição do seu Templo e pelo Exílio. Escrevem as orações ou os nomes daqueles por quem rezam em pedacinhos de papel que depois metem nas fendas do muro, entre os blocos de pedra. Pensa-se que 250 000 judeus visitam este Muro nas peregrinações anuais da Páscoa, da Succoth e da Shavuot.

As fotografias dos guias turísticos desvirtuam freqüentemente o sentido do que se passa aqui, pois mostram apenas judeus com um ar pitoresco, sempre só homens, vestidos com as suas vestimentas sombrias. O Muro das Lamentações é, no entanto e antes de tudo, a pedra angular das peregrinações de uma grande comunidade religio­sa, e os Judeus — homens, mulheres e crianças — vêm de todo o mundo para rezarem aqui. As únicas restrições que aqui se fazem são:

os homens não podem rezar de cabeça descoberta e as mulheres são segregadas de acordo com o costume judeu ortodoxo. Depois de feitas as orações, eles juntam—se à família formando grupos na grande praça em frente do Muro onde encontram também amigos e conhecidos — trata—se de um momento agradável e simultaneamente solene.

A Igreja do Santo Sepulcro

Durante mais de 1600 anos, a Igreja do Santo Sepulcro foi o mais venerado dos locais sagrados. Fora dos limites da cidade antiga, a igreja marca o local onde José de Arimatéia enterrou Jesus num túmulo que ele próprio fez «num jardim». Ficava perto do Gólgota, ou Calvário, onde Jesus foi crucificado.

Quando o imperador romano Adriano arrasou Jerusalém no século II d. C. mandou construir, nesse preciso lugar, um templo dedicado a Vênus. Este marcava perfeitamente o local, de tal maneira que, quando Santa Helena, mãe do primeiro imperador cristão, Constantino, veio à Terra Santa em 326 d. C., soube exatamente onde procurar o lugar onde Cristo fora enterrado.

Extraído do livro "Lugares Misteriosos Vol. I" da Edições DelPrado

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