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Sic volo, sic jubeo, sic pro ratione voluntas

  • Mar da Galiléia - Tiberíades Israel

    Sede no deserto

     Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando, sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol  desértico.

    Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e  notou que ao lado da bomba havia uma garrafa.  

    Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar  a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. PS.: Faça o favor de  encher a garrafa outra vez antes de partir."

     O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do  poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.

    Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e  fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se  sabia quando?

    Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida,  agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada  aconteceu!
     E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água;
     depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder
     obtê-la de volta!"

    Autor anônimo  

     

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