|
Sic
volo, sic jubeo, sic pro ratione voluntas |
|
Brisa d’alma
Solidão, frio e inverno.
Memórias e imagens que vejo.
Sofrer de minha alma, eterno.
Controle em vão do desejo.
As vezes feliz me encontro.
Só revivendo memórias.
Taquicardio sempre me encontro.
Com minhas próprias estórias.
Procuro sempre o que explica.
Porque te sinto no vento?
O amor! Me justifica.
Porque ocorre a todo momento?
Se só o vento é a causa.
Porque me trás tanto tremor?
Será que é só frio, não minha’lma?
Mesmo em dias de sol e calor.
Podem ser só pensamentos.
As vezes nem existem brisas!
Aqui trancado no quarto.
Só uma coisa me intriga.
De onde sopra este vento.
De onde sopra este vento.
Autor desconhecido
|
|

Outras
mensagens e histórias filosóficas
Conheça
o
seu potencial de liderança e criatividade
O
AbbrA
CD
contém muitas outras mensagens, poesias, versos, além das contidas
no site. Todos os temas estão no CD.
Veja!
|
|