Considerada já na própria antiguidade como uma das
sete maravilhas do mundo, este portentoso monumento até hoje nos causa
assombro não somente pelas suas gigantescas proporções como também pela
sabedoria que encerra.
Deve-se a HERÒDOTO a atribuição da sua construção ao
faraó QEOPS, ou KUFU, monarca da Quarta Dinastia Tebana que principiou a
reinar a partir do ano 3766 antes da Era Cristã. Segundo ele, a obra
teria empregado 100.000 homens nos seus 30 anos de construção.
Hoje em dia sabe-se que aquele monumento foi erigido
exatamente sobre a correta divisão do globo terrestre.
A altura da Grande Pirâmide se multiplicada por um
milhão nos fornece a exata distancia entre a Terra e o Sol.
As suas quatro faces apontam rigorosamente para os
verdadeiros pontos cardeais da superfície terrestre.
Seus construtores conheciam o valor exato do Pi
3,1416.
Diz a Antiga Tradição Egípcia que no topo da Pirâmide
existia um cristal luminoso cuja irradiação era visível mesmo a longa
distância pelos viajantes do deserto.
Durante a Segunda Guerra os pilotos de aviões aliados
em operação no Norte da África, relataram os absurdos desvios nos
equipamentos de navegação de seus aparelhos, ao sobrevoar o Vale das
Pirâmides: bússolas e altímetros rodopiavam sem a menor explicação.
Ainda nos nossos dias têm sido visto “fantasmas”
luminosos evolucionando no topo e ao redor da Grande Pirâmide. São
esferas azuladas, condensação de uma energia misteriosa, assim como um
arco voltaico externando-se da sua fonte.