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A Arte de Viver

Valmor  Vieira

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Como aumentar a sua criatividade

 

As técnicas a seguir foram desenvolvidas pelo dr. Flach, dr. Morris Stein e outros psicólogos e psiquiatras para ajudar as pessoas a se livrar das restrições da rotina e usar a criatividade inata para desenvolver novos projetos, encontrar soluções de problemas e adaptar-se a mudanças. Você pode utilizar esses passos na própria vida para o que desejar criar.

Prepare-se: leia e converse o mais que puder sobre o que deseja criar — uma solução, um quadro, uma nova abordagem de um negócio. Prepare o terreno.

Incube: todos nós queremos soluções rápidas, mas quando as respostas não vêm de imediato, ponha a idéia de lado. Deixe-a fermentar no subconsciente. Mais tarde, talvez uma semana ou um mês depois, haverá progresso.

Ilumine-se:  em caricaturas isso é representado por uma lâmpada sobre a cabeça. Trata-se do ponto em que o progresso ocorre. Deixe-o acontecer. Algo estala em sua cabeça, e você diz: “Ah, essa é uma boa idéia”.

Teste: uma vez encontrada a solução criativa, é preciso aplicá-la. Se há um novo meio de lidar com seu casamento, por exemplo, coloque-o em prática. Se houver uma nova maneira de criar uma escultura, execute-a. O dr. Flach diz que ninguém recebe o prêmio Nobel por ter uma idéia nova, mas sim por testá-la e provar que funciona.

Distancie-se: você pode realizar isso apenas mudando o recinto em que trabalha ou as roupas. Pode fazer uma “excursão mental”, imaginando uma viagem agradável ou um lugar para onde gostaria de ir. Contemple imagens muito remotas de seus interesses comuns ou trabalho.

Varie as atividades de lazer: não dedique o tempo livre a um único passatempo, como tênis ou assistir à televisão. Adquira uma diversidade de experiências. Conheça novas pessoas. Leia livros. Em primeiro lugar, o lazer deve relaxa-lo. Ë difícil ser criativo quando tenso. E, evitando a ro­tina — só tênis ou só TV —, você recebe estímulos de vá­rias pessoas e ambientes, além de usar uma série de músculos e talentos. A variedade constitui um fertilizante para a criatividade.

Encontre segurança: é muito difícil ser criativo se estiver preocupado com a sobrevivência. Você precisa encontrar alguém de quem depender. A ansiedade bloqueia o livre fluxo da criatividade.

Não represente um papel: se você assume um papel, como o de executivo ou supermulher, prende-se e não consegue realizar nada de outra forma.

Escolha as companhias com cuidado: ao andar na companhia de pessoas que constantemente o rebaixam, criticando-o, você não será capaz de criar.

Não tenha medo de ficar só: se você pretende ser criativo, precisa de tempo para dar ouvidos ao eu interior em vez de a alguém ou algo mais.

Tente reduzir a marcha do motor: é preciso algum tempo inativo e sossegado para deixar o processo do pensamento operar. Isso implica sonhar acordado, uma forma de atividade mental não vista com bons olhos por pais e professores — entretanto, útil e capaz de abrir novos canais. Você pode também recordar e permitir que sucessos e falhas do passado fluam pela mente para reavaliação.

Seja disciplinado: Pode parecer paradoxal, mas ambientes desordenados não são propícios à criatividade. Deve haver certo grau de estruturação para possibilitar a criação.

Mantenha um lápis e um bloco de anotações a mão: para capturar idéias fugazes que mais tarde podem revelar-se valiosas. Nunca se sabe que conexões irão estabelecer-se entre o que lhe é novo e o que faz comumente.

Descubra sua melhor hora: o ritmo biológico exerce in­fluência sobre você. Há uma hora do dia ou da noite em que você está em melhor forma. Você provavelmente sabe qual é, mas se deseja ter certeza, trata-se possivelmente da hora em que a temperatura de seu corpo está mais alta.

Descubra seu melhor lugar: procure lembrar onde teve suas melhores idéias. Alguns gostam de pensar numa banhei­ra tépida e outros enquanto caminham ou trabalham com as mãos.

Escreva ou grave suas frustrações: quando estiver frustrado ou confuso, e as idéias não aparecerem, escreva ou grave o que o perturba. Isso ajudará a “pôr ordem na casa para a ação”.

Cultive o cérebro: verbalize ou anote tantas idéias quantas conseguir extrair do cérebro. Deixe a mente vaguear e

pense em todos os tipos de solução. Você pode ajudar-se a

atingir solo fértil estabelecendo analogias. Por exemplo, quero pintar um quadro melhor, mas é como espremer o último resquício de pasta do tubo.”

O raiar da criatividade. nessa técnica (que tem recebido outros nomes), você põe a meta nó centro ou no “sol” (ver

a ilustração seguinte) e então procura pensar no máximo de idéias que puder — por mais loucas que sejam — capazes de ajudá-lo a atingir o objetivo. Coloque as idéias nos raios ao redor do sol nascente.

Adie o julgamento: ouça realmente os próprios pensa­mentos, mas não julgue as idéias de imediato. Não diga:

“Isso é bobagem”, ou: “Não dará certo”. Ao aplicar adjetivos negativos, você bloqueia o fluxo de idéias. Continue a pensar em soluções, por mais malucas que possam parecer. A quantidade eventualmente produzirá qualidade.

Não tenha receio de cometer erros: se você falhar, aprenda o que não funciona. Tente uma nova abordagem. Se não falhar, não estará sendo criativo, pois as novas tri­lhas não têm sinalização e são repletas de armadilhas.

Não invente desculpas: idade, doença e falta de tempo são razões freqüentes oferecidas para a incapacidade de criar. Raramente têm fundamento. Picasso, aos 91 anos, mantinha os apetrechos de arte ao lado da cama para o caso de acordar durante a noite e ter uma boa idéia. Ele poderia, então, transferi-la para o papel. 

Do excelente livro Como Desenvolver o Poder da Mente de Arthur Winter, M.D. Ruth Winter - Editora Cultrix

 
 
     

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